Visita A Pedra Furada (à Pé / Bicicleta)

ICMBio - Parque Nacional de São Joaquim

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Informações:

  • Urubici - SC - Brasil
  • Tipo do Atrativo : Mirante
  • ICMBio - Parque Nacional de São Joaquim
  • Endereço : Av. Pedro Bernardo Warmling, 1542 Bairro Esquina

Localização

O Parque Nacional de São Joaquim está situado na região sul, mais precisamente na região serrana do estado de Santa Catarina. Embora próximo a cidade de São Joaquim, o seu acesso se faz pelos municípios de Urubici e Bom Jardim da Serra. Também tem áreas dentro do parque os municípios de Orleans e Grão Pará, na parte de baixo da serra do Mar.

A criação do parque, em julho de 1961, está ligada à necessidade de proteção dos remanescentes de Matas de Araucárias, que se encontram dentro de seus 49.300 hectares. O parque está predominantemente inserido no bioma Mata Atlântica.

Além de conservar ecossistemas existentes na Unidade de Conservação, ela foi criada com o objetivo de promover a educação ambiental, a pesquisa e a visitação pública.

A região oferece uma paisagem magnífica. O principal cartão-postal é o mirante do Morro da Igreja, com vista para a Pedra Furada.

Na região nordeste do Parque encontra-se as maiores altitudes, sendo o ponto máximo o Morro da Igreja, com 1.822 metros. No centro do Parque também há áreas bastante elevadas, com altitudes acima de 1.650 metros. Essa região do parque é denominada Campos de Santa Bárbara.

Outro aspecto importante da Unidade é a sua formação geológica, composta por rochas vulcânicas, denominadas Basalto, que formam conjuntamente com as formações de Arenito um local propício a recarga e descarga do Aqüífero Guarani, estudos datam estas formações com aproximadamente 133 milhões de anos.

Via Rodoviária: São dois os acessos rodoviários. O principal sai da capital (Florianópolis/SC) seguindo pela BR-282, sentido Lages/SC, na localidade de Santa Clara, município de Bom Retiro/SC. Daí vira-se à esquerda pela rodovia SC-438 (Serra do Panelão), e após 24 km chega-se ao município de Urubici/SC. Desse ponto até o parque são mais 27 km em estrada rural (sem pavimento), estrada geral do Morro da Igreja. O segundo acesso é mais longo, mas com uma beleza incomum.

Saindo da capital (Florianópolis/SC) segue-se pela BR-101, sentido Tubarão/SC. Quando chegar neste município vira-se à direita sentido Orleans e de lá pela SC-438, conhecida como Estrada da Serra do Rio do Rastro. A estrada é repleta de mirantes. Passando a serra o visitante chega a Bom Jardim da Serra e de lá pode conhecer o Cânion Laranjeiras ou seguir mais 80 km pela mesma estrada e chegar a Urubici.

Via Aérea: Somente na capital (Florianópolis/SC) há aeroporto que recebe vôos regulares.

Devido a determinação da Aeronáutica, esta proibido o trânsito de veículos pesados (ônibus, micro-ônibus, caminhões e maquinas) na Estrada Geral do Morro da Igreja, que permite acesso ao Mirante do Morro da Igreja.

  • Responsável :Paulo Santi Cardoso da Silva
  • +55 (49)3278-4994
  • ecobooking@outlook.com
  • http://www.icmbio.gov.br/parnasaojoaquim/
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Por marcar a história de várias civilizações, Urubici exibe, até hoje, a passagem de seus primeiros habitantes. São sinais registrados em pedras há pelo menos 40 séculos, comparável às inscrições encontradas em alguns outros pontos do litoral catarinense. Segundo historiadores, o ano de 1711 é data base para Urubici, quando dom João V ordena que os jesuítas procurem minas e catequizem índios até o rio Caçadores. Com essa missão, os padres José Mascarenhas e Luís de Albuquerque traçam marcos na região - marcos do Maranhão até Laguna, a considerada "região do ouro". O primeiro marco foi colocado no Morro Pelado (comando indígena), o segundo no Morro da Mala (onde moravam os padres) e o terceiro no Morro do Panelão (onde ficavam as tropas que carregariam o ouro). Conta-se que grande porção do ouro foi enterrada nas rochas pelos jesuítas. Os índios, na maioria tupi-guarani, foram catequizados em grupos e já eram remanescentes de outras regiões.

Conta-se que existem mapas em originais e cópias, nunca vistos. Urubici registrava um pinheiral espantoso, um "mar de pinheiros", e em outras regiões, não em todas, alguns banhados, com sumidouros de animais e pessoas não orientadas. Alguns índios já conheciam missionários e orientavam jesuítas pelas andanças Padre Luís relata que, ao fincar uma grande cruz no dia 1 março, ela mergulhou no pântano, mais de um metro, sem nenhuma força . Em cada marco, foi plantada uma cruz jesuítica, com ramos amarrados na altura de Cristo. Nos anais do livro 12 Jesuítas no Estado de Santa Catarina (Biblioteca dos Jesuítas do Rio de Janeiro), além desse relatório, existe o seguinte:

“ Os jesuítas (que na opinião de muitos eram homens comuns com vestes de padres) levavam pessoas em cargueiros para acamparem e ficarem acampadas nas regiões por onde andavam. No planalto, acamparam doze homens com cavalos, fora os dois padres que comandavam a pesquisa. Balaios cheios de artefatos indígenas eram levados continuamente de volta à missão no Morro do Pelado de onde eram levados para o Rio. Com eles, ia um bugreiro, Samuel Kupll, que preparava o chão da missão e fazia o marco; Manuel Sampaio que era cuidador de tropas; os guapos que a cavalo iam pela região, com Liro Santo, Caetano Matoso e outros. ”
O município era habitado por índios xoclengues quando os primeiros colonizadores de origem europeia, vindos de Tubarão, São Joaquim e Bom Jesus, chegaram na região. Os novos habitantes logo expulsaram os índios, cujos vestígios ainda podem ser encontrados as e inscrições rupestres espalhadas por todo o território. De 1903 a 1911, imigrantes agricultores e madeireiros fixam-se na região.

Em 1924, sabendo da fertilidade no solo do vale do rio Canoas, chegaram, à região, imigrantes italianos, alemães e letões, que tornaram, a agricultura e pecuária, as principais atividades econômicas da região.

As informações citadas aqui foram obitidas no https://www.urubici.sc.gov.br/pagina/id/2/?historia-do-municipio.html.



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