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As inscrições começam à partir de 19-03-2026 ate 19-04-2026 as 17:00
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Rota - Compartilhado.png As inscrições começam à partir de 19-03-2026 ate 19-04-2026 as 17:00
Faça sua Inscrição🥾 INFORMAÇÕES - CAMINHADA NA SERRA DA ESPERANÇA
📍 Local de Concentração: Pavilhão da Comunidade de Água Fria – Paulo Frontin/PR
📍 Coordenadas: -26.054270°, -50.857509°
🛣️ Acesso por estrada de chão (3 km do centro da cidade), em boas condições e com sinalização.
A partir das 7h, conforme os participantes forem chegando ou finalizando o café da manhã.
Todo o percurso estará sinalizado e de fácil acesso
Disponibilidade de banheiros e água potável
Pontos de apoio ao longo do caminho
Equipe de apoio e ambulância com profissionais capacitados
Paisagens deslumbrantes da Serra da Esperança
Atenção à sinalização! Siga as placas e orientações dos monitores.
Alongamento: Realizado antes da largada com equipe especializada.
Hidrate-se! Leve sua garrafa e reabasteça nos pontos de apoio.
Use roupas e calçados adequados, além de boné, óculos de sol e protetor solar.
🔑 Chave PIX (almoço): (42) 9 98112621
📲 Envio do comprovante via WhatsApp: (42) 9 98112621
📅 Prazo para aquisição e pagamento: até 15 de abril
📝 Se o pagamento for para mais de uma pessoa, informe o nome completo de cada participante.
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CAFÉ/LANCHE COLONIAL:Neste ano, o café será um pouco diferente, você pagará preço único de R$4,00 (por item), ou seja, pagará somente o que for consumir.
Alimentos disponíveis a venda a partir das 5h30
Cardápio: Sonho; Pastel; Pão de queijo com mel; Sanduíche natural; Hamburguinho caseiro de linguiça colonial; Esfiha de frango com molho de mel e laranja; Pão com ovo; Bolo recheado; Pão de mel de tabuleiro; Grostolly; Salada de frutas; Café; Leite; Chá Matte e Suco natural.
Haverá degustação de mel fique a vontade pra adoçar seu café , chá , salada de frutas e o seu dia.
Servido a partir das 11h00
Cardápio: Leitão no fogo de chão; Strogonoff suíno; Linguicinha; Galinhada; Farofa de linguiça colonial; Arroz branco; Quirerinha com costelinha defumada; Mandioca; Batata palha; Entrevero serrano; Molho de mel e pimenta; Molho barbecue; Cuca; Maionese caseira; Salada de Tomate, Repolho agridoce; Salada verde; Cerveja branca; Refrigerante caseiro de capim limão e Suco natural.
Aquisição mediante Pix até 15/04 - Chave PIX - (42) 998112621
Atenção: Encaminhar comprovante de pagamento do almoço no contato e informar nome (42) 998112621.
Haverá feira de produtos da agroindústria e do artesanato local. Uma ótima oportunidade para apoiar a economia local e levar produtos únicos para casa!
📱 (42) 8811-3678
📸 Instagram: @rotadomelpaulofrontin
📧 E-mail: rotadomelpaulofrontin@gmail.com
Localização: -26.054270°, -50.857509°
A concentração e saída para a caminhada será no Pavilhão da Comunidade de Água Fria, no município de Paulo Frontin, PR, situado próximo ao pé da Serra da Esperança. O local está a aproximadamente 3 km do centro da cidade, com acesso por estrada de chão em boas condições de tráfego, devidamente sinalizada para facilitar a identificação.
Paulo Frontin é um município localizado na região sul do estado do Paraná, sua área total corresponde a 351.800 Km², sendo a altitude de 777 M do nível do mar. Limita-se a norte com Mallet, leste com São Mateus do Sul, oeste com União da Vitória e ao sul com Paula Freitas e o estado de Santa Catarina. É banhado pelo Rio Iguaçu e abastecido pelo Rio Santana. Sua população, segundo o IBGE de 2007, é de 7.032 habitantes. Desde o início de sua história a economia apresenta laços estreitos com a agricultura, com a plantação de milho, trigo, centeio, feijão, arroz, acrescido recentemente pela soja e fumo, que se fazem hoje, as principais fontes de lucro. A pecuária leiteira também se faz muito importante na complementação das rendas familiares para grande parte da população rural, assim como a suinocultura, a avicultura, a extração da erva-mate e madeireiras. O comércio está composto de mercados, lojas, armazéns, bares, lanchonetes, farmácias e padarias.
No final do século XIX, o então governador da província do Paraná, Visconde de Taunay, retornando de uma viagem feita à região dos Campos Gerais, narra em seu diário, a passagem por um povoado chamado Chapéu do Sol. Essa localidade fica distante alguns quilômetros de Vera Guarani, em uma área localizada dentro dos atuais limites de Paulo Frontin, o que para muitos, significa dizer que Chapéu do Sol é o marco inicial do município. De uma maneira cronológica, tal afirmação é correta, porém se levarmos em conta a construção prática da vida cultural frontinense, iremos verificar que o antigo recanto de bugres ao qual damos o nome de Chapéu do Sol, parece estar muito mais vinculado à história da navegação fluvial do Rio Iguaçu, assim como da região conhecida por Contestado. Ficando reservado a Vera Guarani, o posto de comunidade propulsora do município de Paulo Frontin.
Vera Guarani inicia sua formação logo após o inicio de Rio Claro. Ambos fizeram parte do programa de formação de colônias baseadas na agricultura de subsistência, realizado pelo Governo Federal, o qual estava investindo na imigração europeia, através da chamada corrente civilizadora para povoamento e desenvolvimento do sul do Brasil, ainda pouco habitado. Em 1884 chegam a Rio Claro os primeiros colonizadores vindos de Campo Largo da Piedade. Estes vieram por iniciativa privada e não pelo programa de ocupação realizado pelo governo. Tal programa tem origem em 1884, quando tem início às medições de terra para a formação de loteamentos das futuras colônias, com dez alqueires de terra cada lote, e em 1890 quando chegam os primeiros imigrantes europeus.
Segundo Mário Deina, em 1891 foi criado oficialmente a Colônia de Rio Claro, e em 22 de novembro de 1892 o Distrito Judiciário de Rio Claro, por ato de São João do Triunfo, o qual englobava essa área. Por volta de 1895 essa colônia passou a receber mais imigrantes, onde aproximadamente 800 famílias se estabeleceram nos arredores de Rio Claro, dando inicio a formação dos núcleos de Mallet e Vera Guarani.
Em 1903, os trilhos de ferro foram construídos pela RFFSA já em seguida foi construída a Estação Ferroviária Marechal Mallet. Em 17 de dezembro de 1908 foi criado o Distrito Judiciário de São Pedro de Mallet, da Comarca de São Mateus, e devido o seu desenvolvimento foi criado em 15 de abril de 1912 o município de São Pedro de Mallet, instalado oficialmente em 21 de setembro, sendo o primeiro prefeito o senhor José Pompeo. Assim, foi desmembrado do município de São Mateus passando a pertencer a comarca de União da Vitória. Ao município foram incorporados os núcleos de Rio Claro, Dorizon e Vera Guarani.
Vera Guarani formou-se a partir do direcionamento do governo, sendo fundada em 20 de janeiro de 1902. Era composta por imigrantes e descendentes de imigrantes ucranianos e posteriormente poloneses. Os imigrantes poloneses, devotos de muita fé católica, constroem em Vera Guarani, a Igreja Sagrado Coração de Jesus, inaugurada em 1911. Paralelamente, os imigrantes ucranianos, constroem uma pequena capela para realizarem seus cultos religiosos, como de costume na pátria mãe, aproximadamente em 1908, e em 1924 é inaugurada a Pedra Fundamental, a Igreja Natividade Nossa Senhora, já que a inicial se fazia pequena para acomodar maior número de pessoas. Estas igrejas estão presentes até hoje na comunidade, com igual significação.
Vera Guarani foi núcleo colonial de Paulo Frontin até sua emancipação. Possuía armazém, escola e igrejas, sendo uma pequena sociedade formada por imigrantes, administrada inicialmente por Rio Claro e posteriormente por Mallet. A partir de 1904, a história de Paulo Frontin começa a ter novo direcionamento, pois neste ano é inaugurado os trilhos de ferro, na atual localização da cidade de Paulo Frontin, os quais deram novo redirecionamento aos indivíduos que chegavam no local, os quais ao invés de se estabelecerem em Vera Guarani, o faziam nas proximidades dos trilhos, principalmente após a construção e inauguração da Estação Ferroviária em 1908 como o nome em homenagem ao grande engenheiro carioca André Gustavo Paulo de Frontin, proeminente político de sua época, que além dos vários cargos que ocupou, tais como prefeito do Rio de Janeiro, deputado federal e senador da república, foi também responsável por grandes obras, dentre as quais, os trilhos de trem que passavam por esta região.
No dia 29 de setembro de 1943, aproximadamente às 7 horas, ocorreu a maior tragédia da história de Paulo Frontin. Um trem de carga vindo de Ponta Grossa com destino a União da Vitória sinalizava algum problema. Percebendo fumaça num dos vagões, o trem parou na caixa de água da nossa estação, para tentar apagar o fogo, foi impossível, pois a água era pouca. O que realmente chamou a atenção da população frontinense foram os três apitos, sinal que significava uma chamada de emergência. Com ele, reuniram-se os turneiros (ferroviários da RVPSC que estavam de plantão), mas também muitos curiosos. Ao confirmarem que havia explosivos num dos vagões, este foi conduzido para o triângulo, espaço de manobras da linha para que ficasse mais distante da estação. Constatando o grande perigo, os turneiros pediam que as pessoas se afastassem do local. Nem todas atenderam. Quando aconteceu a explosão, a maioria das pessoas estava a aproximadamente 500 metros do local em que fora estacionado o vagão. Com o impacto, elas caíram no chão. No lugar em que estava o vagão, o trilho fez um "S", cavando um buraco de 15 metros de largura e 10 metros de profundidade. A estação e um armazém foram destruídos. A 200 metros do local havia uma loja: o choque foi tão forte que caiu tudo das prateleiras. Pessoas que se encontravam muito próximo do vagão isolado morreram. Calcula-se um total de 23, destas, poucas foram reconhecidas, pois os estilhaços foram violentos. A maioria dessas vítimas encontra-se enterrada no cemitério de Vera Guarani.
Levando em conta que nesse período as estradas eram poucas e de difícil acesso, o transporte de mercadorias era realizado principalmente por trens, fica evidente a importância que representava ao local a implantação de uma estação ferroviária, pois além de estimular a economia, facilitou o comércio dos produtos vindos dos núcleos coloniais, desenvolvendo assim a sociedade, já que próximo a ela começaram a ser construídas casas, tanto dos indivíduos que trabalhavam na Estação, quanto de comerciantes, que geravam emprego e sucessivamente mais economia. Assim o local foi se desenvolvendo, até que no dia 26 de março foi criado o Distrito Administrativo de Paulo Frontin. Em 14 de novembro de 1951 então é elaborada a Lei de Emancipação Política de Paulo Frontin, com território desmembrado de Mallet e no dia 14 de Dezembro de 1952 se deu a instalação do município. Nas décadas posteriores, mais pessoas chegaram ao município e ajudaram seu desenvolvimento. Pode-se citar principalmente descendentes de alemães e italianos, vindos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que chegaram na década de 1960 e mesclaram-se à população local, formando um quadro cultural rico, presente até hoje na sociedade frontinense.
As informações citadas aqui foram obitidas no .